We the living

26 de março de 2011
Autor: Instituto Millenium - Internacional

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We the living (1942)

O tempo é a Revolução Russa. O lugar é um país carregado de medo – o bater na porta à meia-noite, o pão escondido contra a fome, os olhos assombrados da fuga… Em uma amarga luta do indivíduo contra a coletividade, três pessoas permanecem invictas em seu comportamento: Kira, que quer ser construtora, e os dois homens que a amam – Leo, um aristocrata, e Andrei, um comunista. Em sua história dramática e tensa, Ayn Rand mostra o que as teorias do comunismo significa na prática. “We the living” não é uma história de política, mas de homens e mulheres que precisam lutar pela existência atrás de bandeiras vermelhas e slogans. É um retrato do que a ditadura – de qualquer espécie – faz aos seres humanos, que tipo de homens são capazes de sobreviver, e quais deles continuam sendo os vencedores finais. O que acontece com os desafiantes? O que acontece com aqueles que sucumbem? Quem são os vencedores neste conflito? Face a um panorama vivo de uma revolução política e uma revolta pessoal, Ayn Rand oferece uma resposta que desafia a consciência moderna.

Fonte: Internet Movie Data Base

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Os artigos assinados não traduzem a opinião do Instituto Millenium. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate sobre os valores defendidos pelo Instituto e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

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