Revista britânica alerta para a ascensão do “Capitalismo de Estado” no Brasil

30 de janeiro de 2012
Autor: Comunicação Millenium

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No início do segundo ano de seu mandato, a presidente Dilma Rousseff dá sinais de que continuará caminhando em direção ao “Capitalismo de Estado”. Uma matéria da revista britânica “Economist” alerta para o crescimento dessa prática em países emergentes como Brasil e China.

Entre as medidas que apontam para o aumento do protecionismo econômico estão o aumento de impostos sobre os carros importados, anunciado em setembro passado, o aumento das tarifas alfandegárias de produtos importados, os subsídios para exportações e os favorecimentos em compras governamentais. A compra de participação em empresas privadas e o crescimento das estatais reforçam o viés protecionista da economia brasileira.

Para criar essa proteção artificial do mercado interno, a equipe econômica de Dilma Rousseff apoiou a criação de um regime diferenciado de contribuição à Previdência Social para as indústrias de confecções, calçados e softwares, além de serviços de tecnologia e dos call centers.

Em 2012, a política de reserva de mercado deve beneficiar o setor de telecomunicações. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pretende fazer com que as empresas vencedoras do leilão para explorar a telefonia de quarta geração (4G), em abril, usem 60% de equipamentos nacionais.

O Brasil é considerado o país mais protecionista do G20 e ocupa a 68ª posição no ranking dos países com maior grau de abertura, elaborado pela Câmara do Comércio Internacional (CCI), que inclui as 75 maiores economias do mundo. O país aparece em 47º lugar, entre as 60 economias mais globalizadas.

Fonte: Época

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Os artigos assinados não traduzem a opinião do Instituto Millenium. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate sobre os valores defendidos pelo Instituto e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

  1. a abertura do mercadado so sera feita com no minimo 20 anos de investimento massiso em educação e proficionalização da força de trabalho existente
    mas nem por isso devemos criticar medidas que protegem os empregos porem o curso de melhorar tem que se sobresair pois não da para ficar fechado para sempre isso causara um celeuma grave em nossa estrutura socioeconomica.

    mario


    31-01-2012 09:11:32

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