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Autor: Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino
Presidente do Instituto Liberal e membro-fundador do Instituto Millenium (IMIL), Rodrigo Constantino atua no setor financeiro desde 1997. Formado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ), com MBA de Finanças pelo IBMEC, Constantino é colunista de importantes meios de comunicação brasileiros como os jornais “Valor Econômico” e “O Globo”. Conquistou o Prêmio Libertas no XXII Fórum da Liberdade, realizado em 2009. Tem cinco livros publicados, entre eles: “Economia do indivíduo: O legado da Escola Austríaca".

Procura-se líder de oposição

A oposição brasileira parece à deriva, sem rumo. Enquanto PT e PMDB se digladiam por cargos num lamentável espetáculo de fisiologismo, o DEM corre o risco de rachar ao meio e o PSDB não consegue se definir como alternativa ao governo. Tucanos e petistas disputam a hegemonia da social-democracia...

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A miopia dos governantes

“Entre um bom e um mau economista existe uma diferença: um se detém no efeito que se vê; o outro leva em conta tanto o efeito que se vê quanto aqueles que se devem prever.” Esta foi a distinção que Bastiat fez entre os diferentes economistas, acrescentando: “Daí se...

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Para derrotar as máfias sindicais

A informalidade é o ar rarefeito que indivíduos e empresas precisam respirar devido à asfixia causada pela hipertrofia estatal. Com tantos encargos incidindo sobre a folha de pagamento das empresas, dobrando o custo efetivo do trabalhador em relação ao seu salário, ninguém deveria estranhar o fato de que metade...

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A ditadura do politicamente correto

“A unanimidade é burra.” (Nelson Rodrigues) Ninguém insiste tanto na conformidade como aqueles que advogam “diversidade”. Sob o manto de um discurso progressista jaz muitas vezes um autoritarismo típico de pessoas que gostariam, no fundo, de um mundo uniforme, onde todos rezam o mesmo credo. “A Utopia”, de More,...

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Crianças mimadas

Em “A rebelião das massas”, o filósofo Ortega y Gasset descreveu o homem-massa como alguém que “só tem apetites, pensa que só tem direitos e não acha que tem obrigações”. O perfil psicológico que ele faz deste típico homem moderno é o de alguém com livre expansão de desejos...

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O papel da oposição

Democracia não é a ditadura da maioria. O regime democrático requer condições básicas para funcionar, tais como liberdade de imprensa, limite constitucional ao governo, independência dos poderes e uma sólida oposição. Todos esses importantes pilares estão enfraquecidos no Brasil. O último deles será o foco deste artigo. Mais de 40 milhões...

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Individualismo, sim; sociopatia, não!

Cada indivíduo deve ser um fim em si mesmo. Nas palavras de Kant, “ninguém poderá obrigar-me a ser feliz à sua maneira”. Esta tem sido a máxima dos liberais desde então, em contraposição aos coletivistas, que colocam algum coletivo qualquer, seja raça, nação, ou classe, como a finalidade nobre,...

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Liberalismo e democracia

A democracia é um sistema imperfeito. Nunca é demais repetir este alerta. Mas acredito que alguns libertários com viés mais anarquista levaram a lógica para um extremo perigoso. Hoppe é o grande ícone deste grupo, quando lembra que a democracia é um “deus que falhou”. A questão, porém, é...

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Resgatando a linguagem

“Quando as palavras perdem seu significado, as pessoas perdem sua liberdade.” (Confúcio) Ouso adequado das palavras é essencial para a compreensão da realidade. A “linguagem serve para que os homens se entendam e se aproximem”, escreveu Mário Vargas Llosa. Por isso mesmo, aqueles que desejam inviabilizar o pensamento costumam...

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Dia de Luto

O dia 2 de novembro foi escolhido como data oficial para a homenagem aos mortos. Gostaria de prestar aqui minha homenagem ao mais recente defunto brasileiro: a Ética. Seu falecimento gerou profunda tristeza em milhões de brasileiros. Não foi morte acidental, mas homicídio. Cinqüenta e cinco milhões de brasileiros...

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O impacto do segundo turno das eleições nos mercados

  Durante o primeiro turno das eleições, os investidores não mostraram muito interesse nos resultados, talvez porque pensaram que a candidata Dilma venceria logo de cara e daria continuidade ao governo Lula. O segundo turno alterou esse quadro. Agora os investidores parecem mais atentos aos possíveis impactos das eleições...

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O adubo é nosso!

Fertilizantes são insumos fundamentais para uso nos solos cultiváveis, com a meta de torná-los mais produtivos, normalmente reduzindo sua acidez. Os três principais elementos costumam ser nitrogênio, fósforo e potássio, que, misturados em diversas fórmulas, são usados como nutrientes de solos. Em linguagem popular, trata-se do famoso adubo químico...

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Siderbrás: o aço é nosso!

A memória dos brasileiros é curta, já diz o ditado. Para tentar refrescar esta memória, pretendo resgatar alguns dados sobre o importante setor siderúrgico brasileiro. Impressiona a capacidade com que a esquerda finge não ter defendido as idéias que defendeu e, pior ainda, até se apropria do sucesso alheio...

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Em defesa da privatização

“Não é função do governo fazer um pouco pior ou um pouco melhor o que os outros podem fazer, e sim fazer o que ninguém pode fazer.” (Lord Keynes) O PT resolveu apelar para a mesma tática de 2006: “acusar” os tucanos de privatistas. Alckmin cedeu na época. Serra...

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Hora das respostas

A democracia brasileira sai fortalecida com o segundo turno entre Serra e Dilma. Ao contrário do que aconteceu na primeira rodada, agora os eleitores têm a oportunidade de cobrar certas questões dos candidatos. O país perderia muito se um simples “dedaço” do presidente Lula encerrasse o pleito sem um...

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