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Autor: Demétrio Magnoli

Demétrio Magnoli
Sociólogo, colunista dos jornais “O Estado de S. Paulo” e “O Globo”. Magnoli foi colunista da rádio “BandNews FM” e comentarista do “Jornal da Cultura”. Atualmente, é comentarista de política internacional do "Jornal das Dez" da Globo News. É autor de diversos livros como ”Uma gota de sangue” (Contexto) e “Liberdade versus Igualdade” (Record). Integra o Grupo de Análises de Conjuntura Internacional (Gacint) da USP. Magnoli tem doutorado em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (USP).

O ‘povo organizado’

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) converteu-se numa linha de montagem de artefatos ideológicos. Entre tantos países, escolheu a Venezuela chavista como sede de sua única filial no exterior. Num relatório produzido pela filial, lê-se o seguinte: “O modelo bolivariano afasta-se, sem dúvidas, da democracia representativa despolitizadora que...

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Um conto de dois partidos

Declínio petista não foi replicado por recuperação dos tucanos. A curva histórica declinante do PSDB acentuou-se ao longo dos governos do PT Vermelho ou azul? PT ou PSDB? O PT controla o governo federal há quase 12 anos; o PSDB o controlou durante os oito anos anteriores. Lula e...

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Raízes do Boko Haram

O Boko Haram é um dos mais repugnantes grupos terroristas do mundo. Ele não representa os muçulmanos da Nigéria, cujas organizações o condenam, apontando sua natureza anti-islâmica. Seu líder original, Mohammed Yusuf, um fanático jihadista, denunciava a teoria da evolução e a esfericidade da Terra como abominações do pensamento...

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Marcha sobre Brasília

Benito Mussolini comandou a Marcha sobre Roma, em 1922, para assestar o golpe final no frágil governo conservador italiano. A marcha fascista reuniu menos de 30 mil militantes, mas triunfou: sob o temor da guerra civil, e estimulado pela crença de que Mussolini salvaria a Itália dos sindicatos vermelhos,...

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Eu sei o que você escreveu ontem

“Os senhores escravocratas do século 21 ainda se movem ao sabor das crenças de 50 anos atrás (…)”, escreveu Mino Carta na revista “CartaCapital” do dia 2/4, para concluir: “Daí a oposição sistemática aos governos Lula e Dilma”. Na política, o passado é uma massa de modelagem sempre disponível...

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Vocês que amam tanto as estatais

Peter Evans escreveu, em 1979, que as empresas estatais no Brasil da ditadura militar funcionavam como elos indispensáveis para os negócios das multinacionais. Mas mesmo ele se surpreenderia com a notícia da transferência líquida e direta de recursos da Petrobras para a belga Astra Oil na transação da refinaria...

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O mundo de Putin

Depois de conversar com Putin, Angela Merkel disse a Obama que o presidente russo “está em outro mundo”. No mundo de Putin, história é igual a geopolítica. Desde a dissolução da URSS, “a maior catástrofe do século 20″, o Ocidente entrega-se noite e dia a conspirar contra a Rússia,...

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Estado de exceção

Os cubanos estão chegando. O governo anunciou que quatro mil novos profissionais cubanos desembarcarão no país, para se juntarem aos 7.400 já integrados ao Mais Médicos. Mirando o acessório, críticos provincianos diagnosticam a natureza eleitoreira de um programa movido, essencialmente, a razões de política internacional. Essa linha de crítica...

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O guardião de Havana

Quem escreveu aquele comunicado vergonhoso? “Os Estados Partes do Mercosul (…) rechaçam as ações criminosas dos grupos violentos que querem disseminar a intolerância e o ódio na República Bolivariana da Venezuela”, “expressam sua mais firme rejeição às ameaças de ruptura da ordem democrática” e “confiam plenamente que o governo...

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O gosto da traição

A crise ucraniana é um repto à UE, que precisa definir se ainda pretende encarnar o “sonho europeu” “A política de ‘não-interferência’ da União Europeia e dos EUA tem o gosto óbvio da traição”, declarou Volodymyr Ohryzko, ex-ministro do Exterior da Ucrânia, enquanto as forças da polícia de choque...

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#VaiTerCopa

“Protesto é quando digo que não gosto disso ou daquilo. Resistência é quando faço com que as coisas das quais não gosto não mais aconteçam.” O mês era maio; o ano, 1968; o lugar, Berlim Ocidental; a autora, Ulrike Meinhof, uma jornalista de extrema-esquerda que, dois anos depois, organizaria...

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