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Autor: Armando Castelar Pinheiro

Armando Castelar Pinheiro
Pós-doutorado em economia pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, Armando Castelar Pinheiro é pesquisador e professor de economia diplomado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Pinheiro é professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é articulista do jornal “Valor Econômico”. Escreveu o livro “Direito, economia e mercados”, junto com o advogado Jairo Saddi (Editora Campus, 2005). É mestre em matemática aplicada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e em administração pela UFRJ.

A visão de médio prazo do FMI

Os pesquisadores do Fundo Monetário Internacional (FMI) andaram ocupados nos últimos tempos: em apenas uma semana publicaram três bons estudos sobre as perspectivas e riscos da economia mundial. Juntos, eles dão a visão do Fundo sobre o médio prazo da economia mundial. O FMI reviu para baixo sua projeção...

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Segmentação do mercado de crédito

O Brasil não tem um, mas dois mercados de crédito. É o que mostram as estatísticas do Banco Central, que vêm separadas em créditos direcionados e livres. O dinheiro de um não flui para o outro, de forma que eles operam com taxas de juros e prazos bem diferentes....

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O confisco do FGTS

Depois de dezenas de milhares de ações na primeira instância, a disputa sobre como corrigir os saldos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) chegou ao Supremo tribunal Federal (STF). Por iniciativa do partido Solidariedade, a ação pleiteia que o FGTS seja corrigido pelo IPCA, calculado pelo...

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Otimistas e pessimistas

A julgar pelo que se lê na imprensa, estar ou não preocupado com a economia depende de o observador ser pessimista ou otimista. Para Marcelo Kfoury, o investidor estrangeiro já percebeu a mudança de rota na política econômica e está mais otimista com o Brasil; enquanto “os investidores locais...

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Os planos econômicos e o STF

Como observa o desembargador José Renato Nalini, o Judiciário trabalha basicamente com o passado: “Diante de uma ocorrência temporalmente situada aciona-se o Judiciário. Mediante o processo, ciência reconstrutiva, busca-se reconstituir o passado e suas circunstâncias. A melhor decisão seria aquela voltada à ressurreição do passado”. Esse é o desafio...

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A crise dos emergentes

Li a citação outro dia em um artigo: “o pânico não destrói capital; ele meramente revela a extensão em que ele foi previamente destruído pelo seu uso em atividades irremediavelmente improdutivas”. A frase é de John Mills, um empresário britânico do século XIX, mas tem relevância para hoje, aqui,...

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Contas externas

O Brasil registrou em 2013 o maior deficit externo de sua história: US$ 81 bilhões. O número é não apenas alto e superior às expectativas, como veio acompanhado de outras tendências que causam justificada apreensão. Primeiro, ele marca uma forte alta em relação a 2012: exatos 50%, apesar da...

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O Brasil sem muletas

O Brasil deve ter um 2014 difícil. É o que se conclui da declaração do ministro da Fazenda, para quem “a economia brasileira está crescendo com duas pernas mancas: de um lado, o financiamento ao consumo, que está escasso, e, de outro lado, a crise internacional, que nos rouba...

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A economia do povo

Há no ar uma crescente preocupação com o caminho por que enveredou a economia brasileira. Não faltam motivos para isso. A economia mundial move-se devagar, mas consistentemente, em uma direção que nos é menos favorável. Enquanto isso, nossos fundamentos econômicos se deterioram, com alta nos déficits externo e fiscal,...

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O alerta que vem de fora

Nos últimos meses, várias instituições estrangeiras abandonaram a discrição com que tratam suas análises sobre outros países para aconselhar o Brasil a rever sua política econômica, alertando para os riscos embutidos em manter práticas que se tornaram comuns entre nós nos últimos anos. Primeiro foram as agências de rating:...

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Acertos e erros nas concessões

Fez um ano em 15 de agosto que a presidente Dilma lançou, com o devido alarde, o Programa de Investimentos em Logística (PIL). O PIL elencou uma série de privatizações de rodovias e ferrovias, com investimentos estimados em R$ 133 bilhões. Destes, R$ 79,5 bilhões ocorreriam nos cinco primeiros...

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IPCA: bom, mas nem tanto

O IPCA de julho não surpreendeu, vindo dentro da expectativa. Isso não altera o fato de que foi muito bom: 0,03% de alta, contra taxa média de 0,52% na primeira metade do ano. A proporção de preços em alta também caiu, para 58%, contra pico de 73% em fevereiro....

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Novas fronteiras da privatização

Tem quase quatro décadas que a privatização entrou no debate econômico no Brasil. Desde então, o seu escopo vem se ampliando. Ainda que nem sempre no mesmo ritmo, essa expansão ocorreu em todos os governos, inclusive no da presidente Dilma Rousseff, em que a privatização ganhou novo fôlego. Nas...

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A revolta dos centavos

Quem circulou pelas demonstrações de rua que tomam conta do país observou que são dominadas por jovens, gente sem filiação partidária. São jovens que resolveram “levantar do sofá”, na expressão de um cartaz, e lutar por um futuro melhor. Por isso reclamam de absurdos como a “cura gay” e...

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As PPPs sociais

Uma das principais heranças da crise internacional é a complicada situação fiscal em que se encontram os países ricos. Com dívidas públicas nos níveis mais altos desde o fim da Segunda Guerra, em termos de proporção do PIB, e deficits fiscais elevados, o mundo desenvolvido levará anos para ajustar...

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Imagina depois da Copa

A ata do último Comitê de Política Monetária (Copom) revelou que o foco do Comitê com a inflação se moveu para 2014; a alta de preços em 2013 já estaria dada, pelo menos para fins de fixação da taxa Selic. Faz algum sentido, afinal faltam oito meses para o...

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Thatcher: mais atual do que nunca

Pode-se admirar ou odiar Margaret Thatcher, não lhe ser indiferente. Como ela mesma se definiu, em 1979, quando se tornou primeira-ministra, “não sou uma política de consenso. Eu sou uma política de convicção”. E foi em torno de suas convicções que Thatcher fez a carreira, sem receio de enfrentar...

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O PIB e o mercado de crédito

O fraco resultado do PIB em 2012 tem sido atribuído a dois setores: a indústria de transformação e a agropecuária, cujos PIBs setoriais contraíram 2,5% e 2,3%, respectivamente. A queda do PIB de manufaturados é, em geral, explicada pela pressão das importações e pela menor produção de ônibus e...

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