8 de julho de 2010
Autor: Carlos Vereza
Há meses, Lula foi agraciado com um prêmio, por seus esforços a favor da paz.
Vejamos uma sucinta biografia deste bravo “pacifista”. Na campanha presidencial de 2002, Luiz Inácio, em encontro com militares, declarou ser contra o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.
Imediatamente após sua eleição, o então ministro de Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral, obviamente avalizado pelo presidente da República, declarou ser urgente a fabricação de uma bomba atômica.
José Dirceu, à época chefe da Casa Civil, propôs a criação de uma força armada latinoamericana. É evidente que não falou sem uma superior autorização.
Lula, muito antes do ditador Hugo Chávez, organizou com outros objetivos sua tropa de choque, o MST — as SS dos trópicos, financiadas pelo governo federal.
Esses facínoras depredaram o Congresso Nacional, invadem propriedades privadas, cometem assassinatos, sempre sob a leniência do Grande Timoneiro.
Quando da campanha pela reeleição, o PCC, “coincidentemente”, promoveu verdadeiros atos de terrorismo em São Paulo, com a finalidade de desmoralizar Geraldo Alkmim, que disputava com Lula a presidência da República. Dossiês apócrifos foram fartamente distribuídos, afirmando que, no caso de uma vitória de Alkmim, seria dissolvido o Bolsa Família.
Ainda sobre o PCC: seus membros, anteriormente, ordenaram a seus parentes que votassem em José Genoíno para deputado.
Esclarecedor, não? Agora, recentemente, o vice-presidente, José Alencar, retomou o tema da fabricação da bomba atômica, sob o pretexto de defender o présal, que começará, ou não, a produzir resultados daqui a quinze ou vinte anos, quando, com certeza, combustíveis alternativos substituirão, em grande escala, o petróleo.
Desnecessário frisar que José Alencar não se pronunciou de moto próprio.
Lula não consegue disfarçar sua simpatia por esbirros autoritários, como o já citado Chávez, Morales, Lugo, Zelaya, Ahmadinejad, Kadafi, Ortega e outros menos votados.
Eis aí a grotesca geopolítica bolivariana, que mal consegue disfarçar o ressentimento antiamericano.
E pensar que existe um lobby para que esse “pacifista” receba o Prêmio Nobel da Paz… Socorro!
(“O Globo”, Outubro 2009)
Os artigos assinados não traduzem a opinião do Instituto Millenium. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate sobre os valores defendidos pelo Instituto e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.
E pensar que como artista fosse um observador e pensador do poder mundial das formas de exercê-lo e como os países poderoso o praticam.
É decepcionante para mim um grande admirador de sua arte.
Francisco Carlos da Silva
Carlos Vereza: Um perfil do pacifista Lula, agraciado com um prêmio por seus esforços a favor da paz http://goo.gl/anjG
Hey!! O Obama até prêmio nobel da paz ganhou!!! Hãaa, sorry, eu esqueci que as bombas que ele jogou foram na cabeça do Muammar Gaddafi. No problem, then!!!
Tá bem fraquinho Vereza!!
Fernando Guevara