Ainda temos as Forças Armadas

7 de janeiro de 2010
Autor: Claudio Mafra

pequeno normal grande

 Ainda temos as Forças Armadas

Mas que grande notícia a de que os militares viraram a mesa e não aceitaram a revogação da Lei de Anistia! Graças a Deus, eles ainda estão vivos! Foi uma reação tão forte que até o Nelson Jobim fingiu que iria renunciar!  Lula voltou atrás rapidinho, porque bobo ele não é. Essa é sem dúvida uma das melhores notícias de 2009. Vamos ver quanto tempo os jornais vão levar para começar com os editoriais. O Jobim daria tudo para não sair do cargo, pois não vai querer deixar para outro as negociatas de compras dos armamentos. Mas, se precisou ameaçar, foi para convencer o Lula de que o assunto era seríssimo. Vamos abrir champagne. Nossos militares ainda são “perigosos”. O Supremo Tribunal Federal sabe que acabou, está QUASE que só composto de um bando de ordinários, o Itamaraty é todo terceiro-mundista, mas ainda temos as Forças Armadas. Vamos brindar a isso.

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Depois do atentado fracassado do maldito nigeriano Abdulmutallab vamos sofrer ainda mais nas revistas antes dos embarques nos aviões. Já não basta toda a chateação de tirar os sapatos, ter medo de haver esquecido alguma coisa importante na bagagem de mão, e ainda vão inventar mais aborrecimentos para nós, os inocentes. Já avisaram que o tempo necessário de chegada no aeroporto para viagens internacionais vai ser de três horas de antecedência. Muitas companhias aéreas planejam exigir que passageiros permaneçam sentados na última hora de vôo, antes da aterrisagem. As viagens na classe econômica já são insuportáveis, imagine agora. E ainda temos que aguentar a conversa fiada dos grupos de direitos humanos (geralmente ladrões acantonados em ONGS), os liberals, que atribuem a culpa de tudo que acontece a nós mesmos, e para isso chegam até a invocar as Cruzadas. Incrível que com o seu incomensurável poder militar, sem a MÍNIMA contrapartida em nenhum outro país, os Estados Unidos não arrebentem logo com esses muçulmanos, e nos deem a nossa antiga vida de volta. Agora mesmo eu estava vendo na televisão toda Times Square parada, evacuada, por causa de um carro suspeito. E todos nós pagamos por isso. Somos vítimas eternas da esquerda, agora configurada não no comunismo, mas nos american liberals.

Um aviso: No aeroporto de Guarulhos as pessoas que às vezes nos atendem com uma ingênua arrogância não são da Polícia Federal; esses serviços foram terceirizados, inclusive naquele balcão onde se lê “Polícia Federal”. Isso quer dizer que elas não têm nenhum direito de nos tratar como se tivessem fé pública, isto é, como verdadeiras autoridades.

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Transcrevo algumas palavras de Ayaan Hirsi Ali, somaliana que fugiu para a Holanda e chegou a ser eleita para o Parlamento holandês. Hoje ela vive escondida nos Estados Unidos, caçada pelo Islã. Ayaan está entre as seis mil meninas castradas DIARIAMENTE pelos muçulmanos. Em 2005 foi considerada uma das cem pessoas mais influentes do mundo. Diz Ayaan: “Em certos países, os liberais seculares ‘de esquerda’ estimularam o pensamento crítico em mim e em outros muçulmanos. Mas esses mesmos liberais da política ocidental têm o estranho hábito de se culpar pelos males do mundo, vendo todos os outros como vítimas. Para eles, vítimas são dignas de pena. Todos esses infelizes e oprimidos, inclusive os muçulmanos, são colocados no mesmo saco das pessoas boas, que devem ser acolhidas e apoiadas paras que possam superar as desvantagens. Os seguidores do evangelho do multiculturalismo se recusam a criticar aqueles que veem como vítimas. Alguns críticos ocidentais reprovam as políticas e atitudes dos Estados Unidos, mas não criticam o mundo islâmico, bem à maneira dos apologistas do socialismo no Ocidente que, na primeira metade do século XX, não ousavam criticar os campos de trabalho soviéticos…  Nós, no Ocidente, devemos fazer um esforço conjunto para nos opormos à educação islâmica e a todas as outras instituições muçulmanas que promovem a autossegregação e contribuem para a preservação de uma inescapável tirania sobre mulheres e crianças….  Se não há nada de errado com o Islã, por que tantos muçulmanos estão fugindo? Entre os dez países dos quais a Holanda mais recebe imigrantes, nove são predominantemente islâmicos. Por que nós muçulmanos seguimos para o Ocidente ao mesmo tempo que o condenamos?…. Se nós muçulmanos somos tão tolerantes e pacíficos, por que há tantos conflitos étnicos, religiosos, políticos e culturais e tanta violência nesses países?…  Nós muçulmanos perdemos totalmente a noção do equilíbrio entre religião e razão… Por mais que se compreenda os muçulmanos e se tenha compaixão por seus sofrimentos pessoais, não se pode perder de vista o fato de que esse sofrimento é o resultado inevitável da forma assumida pelo islã no lar, na escola, no cotidiano e na mídia… Nem a Sociedade pelo Islã e pela Cidadania, nem a comunidade muçulmana se manifestam a respeito do sofrimento de suas mulheres, e todas as 753 organizações muçulmanas subsidiadas na Holanda permanecem em silêncio quanto a isso… As punições (meninas com o hímen rompido) vão desde insultos, à expulsão ou ao confinamento, podendo chegar até mesmo a um casamento forçado com aquele que as deflorou ou com algum ‘homem generoso’ disposto a encobrir a vergonha familiar. Estes podem ser muitas vezes pobres, débeis mentais, velhos, impotentes ou tudo isso ao mesmo tempo. Em casos extremos a garota é assassinada, muitas vezes pela própria família. As Nações Unidas relatam que, a cada ano, 5 MIL jovens são mortas por esses motivos em países islâmicos, inclusive na Jordânia, citada com tanta freqüência como um regime ‘liberal’… O Islã representa seus homens como aquele bode; quando veem alguma mulher descoberta, saltam imediatamente sobre ela. Isso torna uma profecia autorrealizável; um homem muçulmano não tem por que aprender a se controlar. Não precisa e não é ensinado a fazê-lo. A moral sexual destina-se exclusivamente às mulheres, sempre culpadas por qualquer descuido.”

Eu estava passeando pelo Cairo com minha mulher e com minha filha adolescente quando percebemos que era insuportável ficar nos desviando dos bodes muçulmanos, que se aproveitavam de qualquer oportunidade para tentar se encostar nelas, tirar uma casquinha, ou lançar seus olhares pornográficos. As duas preferiram ficar dentro do hotel, saindo apenas para entrar diretamente em um museu ou qualquer coisa bem específica, evitando andar livremente nas ruas. Será que essa gentalha realmente inventou alguma coisa além do tapete mágico?

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Algumas palavras de Oriana Fallaci:  “A Esquerda é uma Igreja. E não uma Igreja semelhante às  Igrejas saídas do cristianismo, portanto, de algum modo abertas ao livre-arbítrio, mas uma Igreja semelhante ao Islã. De fato, como o Islã, considera-se beijada por um Deus guardião do Bem e da Verdade. Como o Islã, nunca reconhece as suas culpas nem os seus erros. Considera-se infalível, nunca pede perdão….Como o Islã, é iliberal, autocrática, totalitária, mesmo quando aceita o jogo das democracias. Não é por acaso que noventa e cinco por cento dos italianos convertidos ao Islã vêm da Esquerda ou Extrema-esquerda. Noventa e cinco por cento dos muçulmanos naturalizados cidadãos italianos, idem. E, como o Islã, a Esquerda é anti-ocidental… Precisamente durante os governos da Esquerda vermelha e verde e rosa e branca e arco-iris, a Trípice Aliança, entrou na Itália o Islã. Precisamente naqueles anos a invasão islâmica se reforçou se estabilizou, e hoje os imigrados são em grandíssima maioria muçulmanos (pelo menos dois milhões e meio, isto é, 4,3% da nossa população. No Centro e no Norte, 5,6%)… Sabes o que é infibulação? É a mutilação que os muçulmanos impõem às meninas para impedir que elas quando crescerem (ou ainda antes, se se casarem aos nove anos) possam gozar o ato sexual. É a castração feminina que os muçulmanos praticam em vinte e oito países da África islâmica, e por causa da qual todos os anos DOIS MILHÕES de criaturas (número fornecido pela Organização Mundial de Saúde) morrem por sepsia ou hemorragia.”

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E a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) afirma que o Iran está próximo de concluir alguma coisa perigosa, está chegando mais próximo da bomba. (Desde que o Baradei deixou de ser o dono da Agência ela tem sido mais honesta). Afinal, quando é que nós vamos mandar todas aquelas usinas iranianas para os ares?  Digam-me, o que é que pode acontecer de ruím se amanhã os Estados Unidos acabarem com essa brincadeira? Nada. Absolutamente nada, fora os protestos indignados de todas as nações do mundo. De que valem esses protestos? Qual a consequência deles? Parem e pensem por um minuto. Quais as retaliações que podem de fato incomodar aos americanos? Elas não estão disponiveis para nenhum país do mundo. Essa é a verdade escondida a sete chaves. As ações terroristas vão se intensificar? De que maneira, se eles estão tentando dia e noite e não conseguem nada? O horror de usar a força foi fabricado pelos liberals, DENTRO dos Estados Unidos, apenas para servir aos seus propósitos esquerdistas. Nem a Rússia e nem a China têm meios de retaliarem os Estados Unidos. E esses são os únicos dois países que contam.  Leiam meu artigo “Yoani-Obama – USA potência de segunda classe?” E Feliz Ano Novo.

(Publicado em Reflexões Radicais)

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Os artigos assinados não traduzem a opinião do Instituto Millenium. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate sobre os valores defendidos pelo Instituto e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

  1. O ódio, o preconceito e a discriminação que o nobre jornalista Cláudio Mafra instila contra os muçulmanos neste e em outros textos me faz concluir que ele, de fato, além de ignóbel, não é um jornalista, pois está a descumprir flagrantemente o Juramento do Jornalista Profissional, que preconiza o seguinte:

    “A Comunicação é uma missão social. Por isto, juro respeitar o público, combatendo todas as formas de preconceito e discriminação, valorizando os seres humanos em sua singularidade e na luta por sua dignidade” (Juramento do Jornalista Profissional)

    Sem falar que ele não dá a mínima para a singularidade e a dignidade dos povos muçulmanos, singularidade e dignidade estas também preconizadas pelo Juramento de sua profissão.

    E, a julgar pelo título do presente artigo, Cláudio Mafra seria totalmente a favor de um novo golpe militar caso a proposta de um novo marco regulatório para a comunicação social (não confundir com cerceamento à liberdade de expressão e de imprensa)fosse aprovado pelo nosso Parlamento.

    Eu pensava que o Reinaldo Azevedo e o Diogo Mainardi(os placebos do Paulo Francis)fossem os mais ignóbeis dos jornalistas tupiniquins.

    Mas agora percebo que me enganei redondamente: Cláudio Mafra assumiu a liderança isolada.

    Além de ser o placebo dos fanáticos e terroristas sionistas judeus.

    P.S. Apesar de parecer, não sou um anti-semita. Admiro tanto os árabes como os judeus.

    Anti-semitas são aqueles que combatem os povos oriundos da Tribo de Sem.

    Da Tribo de Sem se originaram os judeus, os árabes, os assírios etc.

    Mas Cláudio Mafra, este sim, se revela um anti-semita convicto, pois evidentemente odeia os povos árabes, como dito derivados da Tribo de Sem.

    Eu sou apenas um humilde, inócuo, inoperante mas convicto anti-sionista.

    Sionismo é um movimento político abjeto – que muitos pensam e pregam ter se exaurido com Ben Gurion em 1948 – que visa dominar o mundo através da força do capital e da força propriamente dita…

    E, pelo visto, parece que está conseguindo seu desiderato…

    Salam Ayek e Shalom Adonai para não dar briga, brimo!

    Anti-sionista


    05-07-2010 14:34:29
  2. Salam Ayek e Shalom Adonai bra você também , brimo!

    claudio mafra


    06-07-2010 07:46:44

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