Eduardo Viola

5 de maio de 2009
Autor: Eduardo Viola

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Eduardo Viola

Eduardo Viola é professor titular do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) e doutor em ciência política pela Universidade de São Paulo (USP). Ele  foi professor visitante das universidades de Stanford, Colorado, Notre Dame e Amsterdam. É co-autor, com Héctor Ricardo Leis, do livro “Sistema internacional com hegemonia das democracias de mercado: Desafios de Brasil e Argentina” (Insular, 2007).

Currículo Lattes de Eduardo Viola.

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Os artigos assinados não traduzem a opinião do Instituto Millenium. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate sobre os valores defendidos pelo Instituto e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

  1. Como posso entrar em contato com Eduardo Viola?

    Everton


    11-08-2009 19:29:32
  2. Bom dia,
    meu nome é Caroline d’Essen, sou brasileira, jornalista e pesquisadora . Vivo na Europa, onde estou fazendo meu Mestrado e desde o ano passado faço parte de um grupo de jornalistas/acadêmicos que está realizando um estudo em mais de 18 países sobre a cobertura da Conferência de Copenhague em dezembro de 2009. Eu sou a responsável pelo capítulo que falará sobre o Brasil (que será lançado na Noruega em novembro deste ano) e os jornais analisados são O Estado de S. Paulo (elite) e o Agora S. Paulo (popular).
    Estou na fase de análise dos meus dados e gostaria de saber sua opinião sobre algumas questões.
    Em anexo está uma carta oficial da Universidade de Tampere (Finlândia) assinada pelo coordenador da pesquisa.
    Questões:
    1- Qual foi a sua impressão geral da cobertura da Conferência de Copenhague feita pelos jornais brasileiros? Quais aspectos da cobertura da reunião mais marcaram você?
    2- De acordo com o que você leu na mídia que impressão você ficou do papel do Brasil nas negociações?
    3- Em geral, as mulheres foram utilizadas muito pouco como fontes de informação. A que você acredita que podemos atribuir isso?
    4- Comparando as coberturas dos jornais, pudemos observar que o jornal popular teve uma cobertura muito menor do que a do jornal de elite. Em sua opinião, quais seriam as principais causas para esta pouca cobertura?
    5- Você acredita que o evento tenha sido usado mais como uma plataforma política para o Brasil (referente à sua aspiração de papel de liderança no cenário internacional) do que efetivamente como um encontro para se chegar a decisões efetivas sobre os problemas ambientais?

    Obrigada desde já pela cooperação,
    Caroline d’Essen

    Caroline d'Essen


    09-08-2010 05:50:14

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