12 de maio de 2009
Autor: Alfredo Marcolin Peringer
Os artigos assinados não traduzem a opinião do Instituto Millenium. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate sobre os valores defendidos pelo Instituto e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.
Senhores,
Não apareceu a resenha do livro “Para Além da Política”, conforme indicado na capa do site…
Atenciosamente
Nicolas
Nicolas Fredo
ALFREDO MARCOLIN PERENGER – Mestre em economia
(Universidade de Michigan – atualmente na FEDERASUL)
“As tendências fiscalistas preocupam os economistas adeptos da escola econômica aus-tríaca. Não é para menos. De 1993 a 2005 os gastos públicos primários cresceram, nos três níveis de governo, 7,1 % a.a. em valores aritméticos médios reais, mais do dobro do crescimento do PIB, de apenas 2,9% a.a. no mesmo período. Esse crescimento é respon-sável por recordes que nenhum País sensato gostaria de ter, como o de possuir a carga tributária: a) mais alta entre os países em desenvolvimento (hoje ela beira os 40% do PIB, mais do que o dobro da de muitos países da América Latina, como o Peru, de 15,2%; México, 18,5% e Chile, 19,2%, segundo dados do IBPT); b) mais regressiva e injusta do mundo (um pedinte ao comprar alimento ou remédio paga em tributos exata-mente o mesmo valor monetário do que um milionário); e c) das mais perversa do mun-do, justamente por ser regressiva, devido afetar drasticamente a produção, reduzir os salários e afetar fortemente os padrões de emprego, sem contar, também, que é a grande causadora dos altíssimos níveis de criminalidade do nosso País*.
______________________
O SUL É O MEU PÁIS